Como a história de Cristo se revela na sua cara...sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Menino Jesus
Está espectacular não está? Todo o carinho que ela põe em cada palavra faz-nos querer dar cada vez mais ao Menino!
Susana
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sábado, 19 de dezembro de 2009
NATAL DE QUEM?
Mulheres atarefadas
Tratam do bacalhau,
Do perú, das rabanadas.
-- Não esqueças o colorau,
O azeite e o bolo-rei!
- Está bem, eu sei!
- E as garrafas de vinho?
- Já vão a caminho!
- Oh mãe, estou pr'a ver
Que prendas vou ter.
Que prendas terei?
- Não sei, não sei...
Num qualquer lado,
Esquecido, abandonado,
O Deus-Menino
Murmura baixinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Senta-se a família
À volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza.
Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
Em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
Cá dentro tão quente!
Algures esquecido,
Ouve-se Jesus dorido:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Rasgam-se embrulhos,
Admiram-se as prendas,
Aumentam os barulhos
Com mais oferendas.
Amontoam-se sacos e papeis
Sem regras nem leis.
E Cristo Menino
A fazer beicinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
O sono está a chegar.
Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
Bem-estar no coração.
A noite vai terminar
E o Menino, quase a chorar:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
E, do princípio ao fim,
Quem se lembrou de Mim?
Não tive tecto nem afecto!
Em tudo, tudo, eu medito
E pergunto no fechar da luz:
- Foi este o Natal de Jesus?!!!
(João Coelho dos Santos
in Lágrima do Mar - 1996)
O meu mais belo poema de Natal)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
EJNS
«Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».
Esta misteriosa promessa de Jesus coincide com a sua Ascensão ao Céu,
momento em que os Apóstolos parecia terem perdido
a companhia e a presença do seu Mestre e Senhor.
Seria necessário que viesse o Espírito Santo
para que eles compreendessem que a Sua ausência
se transformaria numa nova e quotidiana Presença.
Por simples ignorância,
pensava eu que esta compreensão concedida aos seus Apóstolos
era um privilégio que me estava vedado,
até perceber o verdadeiro significado do meu Baptismo,
em que também eu recebi o mesmo Espírito,
em que também eu me tornei em lugar onde Deus passou a habitar.
Este milagre, este mistério, fez de mim filho amado de Deus!
E sou tão amado que, tal como disse, Ele está sempre comigo.
É a força deste verbo “estar”, dito no presente
que muda por completo a minha vida,
o seu significado e o seu sentido,
a minha história e o meu caminho.
É a experiência concreta desta certeza que faço em cada dia
nesse lugar que é meu e que se chama Igreja
e que enche os meus dias de palavras e de pessoas
através de quem Deus Se mostra em amizade e companhia.
É este o segredo da felicidade:
viver com a certeza de que Deus está comigo… sempre!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Harvard confirma Santo Padre na sua luta contra o uso do contraceptivo
Aqui fica a notícia:
Do Director do Projecto de Estudos sobre Prevenção do S.I.D.A. de Harvard: Afirmações do Papa acerca da distribuição do preservativo tornar a epidemia de S.I.D.A. pior estão correctas
Por John –Henry Westen - 19 de Março de 2009 –
Edward C. Green, Director do Projecto de Estudos sobre a Prevenção do S.I.D.A. do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard, afirmou que a evidência corrobora as afirmações do Papa ao declarar que a distribuição de preservativos piora o problema do S.I.D.A.
“O Papa está certo”, afirmou Green ao National Review Online na passada Quarta-feira,”ou, melhor dizendo, as nossas melhores conclusões vão ao encontro dos comentários do Papa.”
“Existe”, acrescentou Green, “ um paralelo consistente que mostram os nossos estudos, incluindo a “Demographic Health Surveys”, fundada pelos Estados Unidos, entre uma maior disponibilidade e uso de preservativos e uma maior – não menor – incidência de infecções pelo vírus HIV. Isto pode dar-se devido ao fenómeno conhecido por “compensação de risco”, significando que quando a população utiliza uma tecnologia de redução de risco como o preservativo, muitas vezes essa mesma população perde o benefício da redução desse risco ao “compensar”, arriscando-se mais do que faria sem essa tecnologia. (Ver a entrevista completa com Green em http://article.nationalreview.com/?q=MTNINDc1MmMwNDMoOTEzMjQ4NDcoCGUyOWYxNmEzN2E=)
A Pagina Electrónica do Projecto do S.I.D.A. sobre Green menciona o seu livro “Repensar a Prevenção do S.I.D.A.: Aprendendo com os Sucesso de Países em Desenvolvimento”. Nele Green revela que “ As soluções, na sua maioria médicas, fundadas pelos grandes doadores tiveram pouco impacto em África. Em compensação, mudanças de comportamento relativamente simples e de baixo custo – como insistindo numa crescente monogamia e no adiamento da actividade sexual para os mais novos – têm tido maior sucesso na luta contra a doença e na sua prevenção.”
O texto completo da troca de impressões entre o Papa Bento XVI e o repórter, texto esse que lançou uma tempestade na imprensa mundial, foi divulgado agora pela imprensa do Vaticano.
O Papa foi confrontado com a seguinte questão: “ Santo Padre, um dos maiores flagelos de África é o problema da epidemia de S.I.D.A.. A posição da Igreja Católica na luta contra este mal tem sido frequentemente considerada irrealista e ineficaz.”
Bento XVI respondeu: “ Eu diria o contrário.
“Estou convencido de que a presença mais efectiva na frente de batalha contra o HIV/S.I.D.A. são, precisamente, a Igreja Católica e as suas instituições. Penso por exemplo na Comunidade de Santo Egídio, que tanto faz e tão visivelmente na luta contra o S.I.D.A; ou nas Camillianas, só para mencionar algumas das freiras que estão ao serviço dos doentes.
Penso que este problema, o S.I.D.A., não pode ser vencido com slogans de propaganda. Se falta a alma, se os Africanos não se entre ajudarem, o flagelo não pode ser resolvido com a distribuição do preservativo; pelo contrário, arriscamo-nos a piorar a situação. A solução só pode advir de um compromisso duplo: primeiro, na humanização da sexualidade, ou por outras palavras, num renovamento espiritual e humano que traga consigo uma nova forma de proceder uns para com os outros. E em segundo lugar, num amor autêntico para com os que sofrem, numa prontidão – mesmo à custa de sacrifício pessoal - para estar presente aos que padecem. São estes os factores que podem trazer o progresso, real e visível.
Assim, eu diria que o nosso esforço deve ser o de renovar a pessoa humana por dentro, o de dar-lhe força espiritual e humana para uma forma de comportamento justa para com o seu corpo e o corpo do outro; e ainda o de ajudá-la a ser capaz de sofrer com os que sofrem e de estar presente nas situações difíceis.
Acredito que é esta a primeira resposta ao problema do S.I.D.A., que é esta a resposta da Igreja e que, deste modo, a sua contribuição é uma grande contribuição. E estamos gratos a todos os que assim contribuem.”
Veja as credenciais impressionantes e a lista de publicações do Dr. Green em http://www.harvardaidsprp.org/faculty-staff/edward-c-green-bio.html
segunda-feira, 16 de março de 2009
CAN
"
O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltar a correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim.
Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta ao pai:
E o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!"
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Testemunho para a Quaresma
Sei que, sem perceber como nem quando, senti um calor inexplicável quando estava frio, e fui tomada de uma vontade súbita de Te conhecer melhor, de saber quem eras e que poder era esse que tinhas de me encantar. Cada vez mais...
Como li um dia, foi por Ti que fui além da praia, foi no Teu amor que descobri um mar que nem sabia haver. Quando me segredaste vem, eu fui, e agora continuo a seguir-Te. Olho para a minha vida e sei que sou feliz. Desculpa ter demorado tanto tempo a conhecer-Te. Desculpa todas as vezes que achei não precisar de Ti e todas aquelas em que tentaste entrar na minha vida e eu Te fechei a porta.
Parece-me agora impossível viver sem acreditar em alguma coisa acima de mim. Eu acredito em Ti, sinto-Te em todo o lado, nos meus pais, nos meus irmãos, nas paredes de minha casa, nos sorrisos que me rodeiam. Meu Deus, como será possível viver-se de outra forma que não contigo? Eu tentei, não consegui!
Mesmo não havendo prova irrefutável da tua existência, tenho a certeza de que existes. No meu coração, o nosso encontro já estava destinado há milhares de anos, já estava escrita a certeza de te tornares essencial na minha vida. Não tenho mais medo, pus o meu coração nas Tuas mãos e a minha confiança dentro de Ti, porque mesmo não sabendo o dia de amanhã, acredito que contigo será para sempre. Ouviste-me cantar tantas e tantas vezes as maravilhas que fizeste em mim...
Penso em Ti todos os dias, a todas as horas, porque fazes parte de mim, porque entre nós nasceu uma relação incompreensível e inexplicável que rezo para que todos possam sentir.Ainda sou nova e, acredita, nunca usei a palavra amo-te sem ser contigo. Não o digo por dizer, digo-o porque sinto, porque tenho a certeza de que vais completar-me e vais deixar-me seguir-Te para sempre. Eu vi, um dia, as pegadas na areia, e sei que vão continuar lá até ao fim dos meus dias.
Maria Teresa de Bragança
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Espanto do Natal
domingo, 11 de janeiro de 2009
Mensagem do Papa no Dia Mundial da Paz
COMBATER A POBREZA, CONSTRUIR A PAZ
1. Desejo, também no início deste novo ano, fazer chegar os meus votos de paz a todos e, com esta minha Mensagem, convidá-los a reflectir sobre o tema: Combater a pobreza, construir a paz. Já o meu venerado antecessor João Paulo II, na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1993, sublinhara as repercussões negativas que acaba por ter sobre a paz a situação de pobreza em que versam populações inteiras. De facto, a pobreza encontra-se frequentemente entre os factores que favorecem ou agravam os conflitos, mesmo os conflitos armados. Estes últimos, por sua vez, alimentam trágicas situações de pobreza. «Vai-se afirmando (...), com uma gravidade sempre maior – escrevia João Paulo II –, outra séria ameaça à paz: muitas pessoas, mais ainda, populações inteiras vivem hoje em condições de extrema pobreza. A disparidade entre ricos e pobres tornou-se mais evidente, mesmo nas nações economicamente mais desenvolvidas. Trata-se de um problema que se impõe à consciência da humanidade, visto que as condições em que se encontra um grande número de pessoas são tais que ofendem a sua dignidade natural e, consequentemente, comprometem o autêntico e harmónico progresso da comunidade mundial». (1)
Pobreza e implicações morais
Luta contra a pobreza e solidariedade global
10. Idêntica reflexão pode fazer-se a propósito do mercado financeiro, que toca um dos aspectos primários do fenómeno da globalização, devido ao progresso da electrónica e às políticas de liberalização dos fluxos de dinheiro entre os diversos países. A função objectivamente mais importante do mercado financeiro, que é a de sustentar a longo prazo a possibilidade de investimentos e consequentemente de desenvolvimento, aparece hoje muito frágil: sofre as consequências negativas de um sistema de transacções financeiras – a nível nacional e global – baseadas sobre uma lógica de brevíssimo prazo, que busca o incremento do valor das actividades financeiras e se concentra na gestão técnica das diversas formas de risco. A própria crise recente demonstra como a actividade financeira seja às vezes guiada por lógicas puramente auto-referenciais e desprovidas de consideração pelo bem comum a longo prazo. O nivelamento dos objectivos dos operadores financeiros globais para o brevíssimo prazo reduz a capacidade de o mercado financeiro realizar a sua função de ponte entre o presente e o futuro: apoio à criação de novas oportunidades de produção e de trabalho a longo prazo. Uma actividade financeira confinada no breve e brevíssimo prazo torna-se perigosa para todos, inclusivamente para quem consegue beneficiar dela durante as fases de euforia financeira. (12)
BENEDICTUS PP. XVI
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
(Eu que queria falar do nada, acabei por falar do) COLÉGIO MIRA-RIO :D

Passado uma semana sem computador (auto-controlo de vícios, visto que era preciso estudar asério para o último teste de matemática) aqui estou, again.
Desta vez não trago nenhum poema ou algum tema em especial. Vinha falar de tudo e, ao mesmo tempo, de nada - como dizia num poema meu, "o nada que é tudo", aquele nada que no fim não poderia ser melhor empregue.
Faltam duas semanas para as aulas acabarem, menos de um mês para os exames serem feitos e um mês para estar livre da escola. É fácil pensar assim, motiva-nos, mas não pensamos na mudança radical das nossas vidas, pelo menos falo por mim, na mudança que irá ser em setembro, ao levantar-me e pensar que já não tenho aquela "segunda" casa para onde vou ter aulas todos os dias, e já nem tenho aquela turma única a acompanhar-me e a perguntar porque tinha chegado atrasada à aula. Nem tenho a Isabel a dizer "feche a porta susaninha, que estou mesmo constipada, estas correntes de ar.." ou a Carminda a dizer "quer o comando do retroprojector? (sim) pois, eu já sabia. Acho que já está com a Prof" ou a Tia Lídia a dizer "vocês têm demasiado tempo livre, só vos vejo a ir embora cedo, sempre com a tarde folgada.. esta vida de estudante" ou ainda a Odete a dizer "então, estão a respirar bem? (...) esse jarro não é para ficar nessa mesa susana!". Por muito estranho que pareça, isto tornou-se um hábito que faz parte do dia-a-dia de uma estudante do mira-rio. Para além disso, toda a turma que me envolve todos os dias no espírito de grupo, no espírito de amizade desinteressada (ou seja, amizade que não olha a apelidos ou a nomes finos, amizade que se interessa pela pessoa não pela origem da família) e no espírito católico, aquele que é cada vez mais difícil encontrar verdadeiramente, na sua essência, cá fora (fora do colégio) fazem com que ainda se torne tudo muito mais doloroso, porque aquele que poderia ser simplesmente considerado o meu local de trabalho, passa a ser local de desenvolvimento interior, porque as pessoas puxam umas pelas outras, porque a capela está ali para puxarmos por nós, porque sabemos que a base da educação do colégio é essa: ensinar mas também mais do que isso, educar princípios e normas morais essenciais para a boa vivência do ser humano. Independentemente para que universidade for, nunca encontrarei algo assim noutro lugar.
Infelizmente, são cada vez menos as pessoas que dão importância à escola como, para além de um projecto académico, um projecto onde a pessoa irá ser formada a nível interior, sendo embebida num ambiente que dá primazia às normas morais correctas e ao ensinamento de valores católicos que devem reger os que em Deus acreditam. Infelizmente o número de pessoas decresce, mas, felizmente, a sua qualidade mantém-se ou aumenta, pois é a união que faz a força e, sem projectos destes, como é que na prática nos poderiamos unir? Por isso, Obrigada meninas que desde o 7.º ano me acompanharam, Obrigada colégio por tudo o que me ensinaram não só a nível académico, mas também a nível interior, sem dúvida sairei dessa casa uma Melhor Pessoa!
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Fátima

quinta-feira, 13 de março de 2008
EJNS

Apresentação
Na fidelidade sem quebras de Maria,
no seu amor humilde e inesgotável de forte que escorre,
na sua fé serena mas ardente de labareda que se alteia,
na sua vida que foi como um barco confiado à vontade do mar,
há um apelo para nós.
Às vezes, demasiadas vezes,
A vida assemelha-se a uma repartição cinzenta,
onde os horários se cumprem sem empenho.
Estamos, mas sem compromisso íntimo.
Falamos e fazemos,
mas sentindo o nosso interesse noutro Lado.
Vivemos, claro, mas com o coração distante.
Como é necessário tonar realmente úteis
os dias úteis!
Úteis não apenas por imposição do calendário.
Úteis, porque vividos com generosidade e sentido.
Úteis, porque não os atropelamos
na voragem das solicitações,
na dispersão das coisas,
mas sabemos (ou melhor, ousamos) fazer deles
lugar de criação e descoberta,
tempo de labor e de escuta,
modo de acção e de contemplação.
É preciso acolher o "inútil"
se quisermos chegar ao verdadeiramente útil.
José Tolentino Mendonça
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Arte de Viver

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Quaresma 2OO8 - Mensagem do Papa Bento XVI

BENEDICTUS PP. XVI

